Deitado em ventre de serpente
Espero por um pouco de compreensão
Mas o medo de mim
Me afasta da solução.
E sempre esperando ajuda
E ninguém aparece
Nem perguntam se estou bem.
A solidão me faz companhia
Não tenho vocação pra ser doente
Sou severo com meus amores
A solidão me leva ao errado
Nada do que eu gosto
Nada do que é certo
Nada do que eu aprendi
Vai irrigar o meu interno deserto.
Quando os dias são sempre os mesmos
O marasmo de um banheiro vazio
Se transforma num registro de pecados
E não há mais como pedir ajuda,
Pois você já está sentado num canto de parede
Sangrando, sangrando...
Espero por um pouco de compreensão
Mas o medo de mim
Me afasta da solução.
E sempre esperando ajuda
E ninguém aparece
Nem perguntam se estou bem.
A solidão me faz companhia
Não tenho vocação pra ser doente
Sou severo com meus amores
A solidão me leva ao errado
Nada do que eu gosto
Nada do que é certo
Nada do que eu aprendi
Vai irrigar o meu interno deserto.
Quando os dias são sempre os mesmos
O marasmo de um banheiro vazio
Se transforma num registro de pecados
E não há mais como pedir ajuda,
Pois você já está sentado num canto de parede
Sangrando, sangrando...
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