Num mundo frio e vazio onde é que está?
Aonde posso ir procurar?
Cheios de violência das mãos urbanas, o que somos?
O que seremos ou o que nós já fomos?
Entre os discos e canções do teu quarto
Esperamos o sol da verdade aparecer
Para que eu possa dizer que te amo
E que te guardo neste retrato.
Neste teu mundo sutil de descobertas
Teus medos sem esperanças
São teus amigos sem lembranças
E nas mãos só resta um só
A herança dos narcóticos e do pó.
Dizem que és apenas uma menina
Deitada sobre suas vontades e manias
Nunca ouve ninguém, não vê graça
Nunca se dá bem em nada que faça.
Tem hora que quero sumir com você
Tem hora quero assumir que errei
Tem hora que as horas passam sem me ver
E às vezes quero ser alguém que nunca serei.
Já com o teu violão ela chorou
E tocou a mais bela canção de amor
E no fim ao menos desta vez
Houve para todos nós um final feliz.
Aonde posso ir procurar?
Cheios de violência das mãos urbanas, o que somos?
O que seremos ou o que nós já fomos?
Entre os discos e canções do teu quarto
Esperamos o sol da verdade aparecer
Para que eu possa dizer que te amo
E que te guardo neste retrato.
Neste teu mundo sutil de descobertas
Teus medos sem esperanças
São teus amigos sem lembranças
E nas mãos só resta um só
A herança dos narcóticos e do pó.
Dizem que és apenas uma menina
Deitada sobre suas vontades e manias
Nunca ouve ninguém, não vê graça
Nunca se dá bem em nada que faça.
Tem hora que quero sumir com você
Tem hora quero assumir que errei
Tem hora que as horas passam sem me ver
E às vezes quero ser alguém que nunca serei.
Já com o teu violão ela chorou
E tocou a mais bela canção de amor
E no fim ao menos desta vez
Houve para todos nós um final feliz.
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